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quinta-feira, 10 de outubro de 2013

[RESENHA] Um Mundo Brilhante - T. Greenwood

Olá gente, tudo bem?

Hoje vou falar sobre Um Mundo Brilhante. 



Quando o professor Ben Bailey sai de casa para pegar o jornal e apreciar a primeira neve do ano, ele encontra um jovem caído e testemunha os últimos instantes de sua vida. Ao conhecer a irmã do rapaz, Ben se convence de que ele foi vítima de um crime de ódio e se propõe a ajudá-la a provar que se tratou de um assassinato. Sem perceber, Ben inicia uma jornada que o leva a descobrir quem realmente é, e o que deseja da vida. Seu futuro, cuidadosamente traçado, torna-se incerto, pois ele passa a questionar tudo à sua volta, desde o emprego como professor de história, até o relacionamento com sua noiva. Quando a conheceu, Ben tinha ficado impressionado com seu otimismo e sua autoconfiança. Com o tempo, porém, ela apenas reforçava nele a sensação de solidão que o fazia relembrar sua infância problemática. Essa procura pelas respostas o deixará dividido entre a responsabilidade e a felicidade, entre seu futuro há muito planejado e as escolhas que podem libertá-lo da delicada teia de mentiras que ele construiu. Esta, enfim, é uma história fascinante sobre o que devemos às pessoas, o que devemos a nós mesmos e o preço das decisões que tomamos.


                                       Editora Novo Conceito / 338 páginas 

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Um Mundo Brilhante é o tipo de livro que divide muitas opiniões, tem gente que ama, tem gente que odeia, tem outros que não gostaram e tem eu, que ainda estou em dúvida entre 3 e 4 estrelas.
O livro vai contar pra gente a história do Ben, um homem comum, um homem que menente, omite e finge. Ben mora com Sara ha 2 anos mas vem fugindo do casamento. 
Em  uma manhã gelada e coberta de neve ele se depara com um jovem indígena caído em sua calçada, ao virar o corpo ele ver que o rosto do jovem está desfigurado. 
Ben fica pensando naquele jovem o dia todo e vai no hospital ver o que aconteceu com ele, ao chegar lá ele conhece Shadi, irmã do garoto, Ben logo fica encantado por Shadi e intrigado pelo caso do jovem índio espancado até a morte. 
Ele promete a Shadi que vai descobrir o que aconteceu ao irmão dela, e, não consegue mas pensar em nada, apenas naquele jovem com um futuro promissor morto em sua calçada. Após perder o emprego como professor de história ele tem uma briga com Sara, que quer a todo custo se mudar dali. 
Depois daquele episódio Ben se questiona sobre tudo em sua vida, será que Sara é a mulher certa pra ele? Será que ele quer mesmo se casar? Será que a memória de sua irmã que morreu ainda criança nunca vai abandona-lo? Será que escolheu a profissão certa? 
Ao longo do livro ele consegue responder algumas questões. 

O livro é todo narrado em 3º pessoa, pelo ponto de vista do Ben. A narrativa é deliciosa, rápida e fácil. a história em si não me agradou muito, mas a narrativa foi tão fácil que eu não conseguia parar de ler. Confesso que o final me fez derramar algumas lágrimas, foi emocionante, mas é como se o livro não tivesse Clímax, é parado do começo ao fim, é um livro para refletir, confesso que não consegui fazer isso e não sei porque gostei tanto do livro.

Ben é um personagem canalha, muitas vezes egoísta. 
Sara é uma mulher muito mimada pelos pais e consegue tudo o que quer, gostei dela. 
Shadi é uma mulher forte de cultura indígena. Não consegui gostar dela.
São pouquíssimos personagens, mas mesmo assim a autora não conseguiu finalizar cada um na história, ficou coisas em aberto e foi isso que eu não gostei. 
O ponto forte é a narrativa, o ponto fraco foram os personagens sem final, personagens secundários ótimos que não tiveram lugar na trama.  É um livro pra passar um tempo, super rapidinho, li em pouco tempo. É um pouco "bobo" sim, mas é muito bom. Não consigo dar menos de 4 estrelas mesmo achando que poderia ter sido muito melhor.





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